29.5.06

What the bleep???

Outro dia assisti a um filme muito, muito interessante, queria escrever algo sobre ele. O filme se chama "What the bleep do we know", é uma espécie de documentário que se desenvolve contando a maneira como a Física Quântica descreve o que temos por realidade, o universo que nos cerca. Com meus parcos conhecimentos de Quântica obtidos na faculdade de engenharia, me envolvi muito com o filme, e acredito que não deva ser muito diferente para uma pessoa que não conheça nada do assunto. Como diz um dos diversos cientistas que dão testemunhos no filme, ali não se explica nada, não há nada para ser realmente entendido. Eles descrevem de que forma que interferimos (ou na verdade, temos o potencial de interferir) na realidade que nos cerca, apenas nos baseando na iteração das partículas de que somos compostos com as outras partículas que compõem o universo. O conceito é meio absurdo, mas chega a ser de certa maneira uma explicação científica para vários conceitos presentes de maneira constante na filosofia de algumas religiões orientais, de que nossa paz de espírito, nosso otimismo pode contribuir para que coisas boas aconteçam. Chegam a citar alguns exemplos como uma experiência com centenas de pessoas meditando conjuntamente numa determinada grande cidade, e o índice de crimes na cidade baixou assustadoramente neste dia. Ou outra, como uma experiência com pensamento conseguiu mudar a forma das partículas de água vistas no microscópio. Fica a impressão de que nada é apenas coincidência, que tudo nesse universo faz sentido e pode ser explicado pela ciência, de alguma forma. Mas ao mesmo tempo nos traz a sensação maluca de o quanto longe estamos de conhecer e entender tudo isso... Um filme que se explicado pode parecer meio maluco, mas mexeu muito comigo, e m e fez pensar que tanto do que entendemos como realidade pode ser relativo, e muito, muito pode estar escondido... Aos curiosos e corajosos, chequem no site do filme, e boa viagem: What the bleep do we know?

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24.5.06

Histeria coletiva II - conseqüência

Saiu na folha, dia 21... sem comentários...

Em favela, Rota 'dá dura' até em crianças

A garotinha de três anos mal sabe falar. Mas a palavra "polícia", pronunciada pela reportagem em uma visita-surpresa à creche improvisada em um barraco na favela dos Pilões (zona sul de São Paulo), faz a menina -olhos negros, grandes e redondos, e penteado maria-chiquinha- ter uma reação surpreendente: ela se aproxima da parede, põe as mãos para trás e abaixa o rosto enquanto repete: "Poliça, poliça".
A mulher que cuida das crianças pede ao menino de cinco anos que explique o que acontece. Ele diz: "A polícia entrou aqui, mandou todas as crianças encostarem na parede desse jeito e falou que levaria todos nós para a Febem se a gente não contasse onde estavam escondidas armas e drogas". O garoto se juntou à menininha, mãos na parede. Mais sete crianças repetiram o ato.
Uma jovem de 12 anos conta que o irmão de dez andava na semana passada por um beco quando um PM ofereceu R$ 1 em troca de informações: "Onde moram os bandidos daqui?", perguntou o policial.
"Agora, veja a tragédia que podia ter acontecido se o menino resolvesse falar alguma coisa para pegar o R$ 1", diz a avó, que tinha ido à creche, vinda do trabalho como doméstica, para pegar as crianças e levá-las ao barraco da família.
Na última quarta-feira, às 23h30, os becos da Pilões mancharam-se de sangue. Uma incursão da temida Rota acabou com três mortos.
Idosos, crianças, mulheres, adolescentes, homens e mulheres, um total de 78 pessoas -contadas uma a uma-, fizeram questão de acompanhar a Folha pelas ruelas escuras e pelos becos da Pilões na tarde e noite de quinta-feira.
Queriam mostrar o caminho que os jovens mortos teriam percorrido até o momento em que foram obrigados pelos PMs a se deitar de bruços no chão de uma área com menos de 16 m2, chamada de "campo de futebol", para receber os tiros.
O nome "campo de futebol" é uma relíquia da época em que a Pilões ainda tinha grandes áreas livres. Hoje, o "campo" está ocupado por casas de tijolo baiano, grudadas umas às outras -só sobrou a pequena área onde os rapazes teriam sido chacinados pelos PMs.

*Pedido de misericórdia*
A moradora de uma casa colada ao "campinho" conta: "Um dos meninos pedia: "Pelamordedeus, não me mata, deixa eu ir embora'". Os quatro filhos dela, pernambucana, doméstica, que ganha dois salários mínimos por mês e acorda às 5h para trabalhar na Vila Mariana, já dormiam. A menorzinha, oito anos, acordou no meio da confusão e se assustou com os pedidos de misericórdia.
"Eu fiquei com medo de eles matarem minha mãe também", disse a menina. "E chorei na hora em que eles atiraram. Minha mãe falou pra eu não chorar, que, senão, os homens matavam a gente também."
"Cuidado aí", advertem a reportagem. Alguém num barraco acima (é um declive) começou a tomar banho -o corregozinho de água e sabão começou a molhar os pés de todos.
Os mortos chamam-se Cristiano Augusto Rodrigues, 28, e os irmãos Jefferson do Carmo Pereira, 27, e Rogério do Carmo Pereira, 24.
Um primo de Cristiano dá a ficha: "Ele sofria de epilepsia. Tinha quase 30 anos, mas era como uma criança", diz, referindo-se a um retardo mental. "Tomava remédios e fazia bico em reciclagem de plástico."
Jefferson e Rogério eram metalúrgicos desempregados. Nos últimos tempos, atuavam como vigias noturnos em um estacionamento vizinho à favela. Ganhavam R$ 600 por mês, sem carteira assinada. Entravam às 23h30 e saíam às 8h30.
Segundo a mãe dos jovens, 46, foi o patrão quem arcou com os custos do enterro, feito em urnas de padrão "nobre", na classificação do serviço funerário municipal, ao preço de R$ 1.259 cada uma. "A gente não tinha condições", disse a mulher. No velório dos filhos, ela se jogou sobre o caixão de Robson, a janelinha aberta sobre o rosto do rapaz. Soltou um grunhido gutural, antinovela da Globo, o som do desespero.
A dona de um bar na favela disse que, na noite em que morreram, os rapazes passaram pelo estabelecimento dela para tomar cerveja. "Quando saíram para ir trabalhar, deram o azar de cruzar com a Rota."
"Os policiais chegaram à favela pela rua que margeia a linha de transmissão da Eletropaulo. Lá, recolheram o Cristiano. Foram subindo a favela e catando quem encontravam."
Os soldados perguntaram aos rapazes quem tinha "passagem". Rogério disse que, sim, teve uma bronca com a polícia. Passou um mês preso, por roubo de dois maços de cigarro em um posto. Segundo vizinhos, os demais nem chegaram a responder. Os PMs descarregaram as armas neles.

*"A Rota apaga"*
"A mãe dá à luz, a Rota apaga." O dístico, relata um jovem, soldado do Exército e morador da favela de Heliópolis, vizinha à Pilões, é gritado pelos policiais toda vez que invadem a área. Outra frase de efeito moral é "Deus cria, a Rota mata".
Todos os moradores entrevistados, pessoas que estavam nas ruas e vielas durante a visita-surpresa da Folha, ou que foram saindo de suas casas, não precisaram de estímulo para falar. Queriam apenas não ser identificados na reportagem -medo de represálias dos policiais. Todos narraram cenas do terror rotineiro que lhes é imposto pelos soldados da PM.
"Eu já tive de trocar três vezes a porta de casa. É que os policiais mandam deixar a porta só encostada. Se estiver trancada, eles derrubam a pontapés."
"Minha casa tem dois portões de ferro. Não é contra bandido, aqui ninguém rouba ninguém. É pra proteger da polícia." Três mulheres e uma adolescente acusaram a polícia de abordar as que chegam do trabalho ou da escola, chamando-as de "puta", "vagabunda" ou "vaca". "Já fizeram isso comigo; eram cinco da tarde e eu estava voltando da escola", diz uma menina de 12 anos.
Um operário conta que policiais arrombaram sua casa para pegar uma camisa e, com ela, limpar os sapatos. "Eu fui lá reclamar na delegacia, mas me disseram que eu esquecesse: polícia não faz BO [boletim de ocorrência] de polícia."
"Eles querem fazer todo mundo acreditar que aqui [na favela] só tem bandido, PCC, mas não é assim. Os caminhões das Casas Bahia, da Marabrás, entram sempre aqui e nunca foram roubados."
"Essas lâmpadas da rua: de noite, a gente tem de desligar. Se eles [policiais] entram e encontram as luzes acesas, arrebentam com tiros. Olha só essa luminária [e aponta para uma, esburacada, sem lâmpada]."
No enterro dos irmãos, sexta-feira, às 17h40, uma parente, estudante de direito, reclamou: "A polícia mata uns jovens bestas e sem futuro como eles, enquanto o bonzão do PCC [refere-se ao líder Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola], fica no bem-bom, falando em celular, recebendo visita e dando entrevista -como se fosse cantor popular. As coisas estão de cabeça para baixo, não é?"

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16.5.06

Histeria coletiva

Pânico generalizado... terror... a pior parte é de se ter um inimigo sem rosto, oculto, não identificado, pode ser qualquer pessoa na esquina, podem ser ocupantes do carro à sua frente. O grande objetivo deles não era matar policiais. Era criar o pânico, mostrar a sua força. E mostraram. Uma guerra, onde não se conhece os inimigos, qualquer sombra pode ser o inimigo, passamos a temer não só os bandidos, mas a polícia, que está acuada, ameaçada e sem ter muito como agir. Um carro com quatro homens dentro pode ser uma ameaça, como decidir em uma fração de segundo? Atirar? Perguntar? Avisar? Pânico instaurado, estava eu circulando às 8 da noite numa cidade fantasma: tudo fechado, pouquíssimos carros e pessoas na rua, e me veio aquela sensação horrível, "eles conseguiram"...
Uma discussão que rolou durante o dia em todos os lugares, já vieram comentários do tipo "tem que matar todos esses vagabundos", "dar um sumiço nesses que já se sabe que são os chefes", e por aí vai... Então... é justamente esse tipo de raciocínio que devemos evitar, na minha opinião... vivemos num estado democrático de direito, e existem instituições que devem manter a ordem, instituições que julgam e instituições que aplicam as punições. A idéia mais simples e imediata de "dar sumiço", ou "baixar o cacete" nos torna ao mesmo tempo juízes e carrascos, o que no estado de direito me parece completamente impraticável. Faz-se necessário a revisão e modernização das instituições, impedir que as coisas cheguem novamente a esse ponto. Modernização dos presídios, para impedir armas e celulares, maior capacitação e remuneração para os profissionais do sistema carcerário e policial, acompanhamento pelo ministério público das pessoas envolvidas (advogados, carcereiros, policiais - pois alguns destes colaboram para "abastecer" os presos), idéias existem aos montes. Na Itália no início dos anos 90 foram tomadas diversas medidas para desmantelar o crime organizado, sem mexer nas liberdades civis. Falta vontade política e coragem para bancar mudanças como estas.
Hoje o dublê de governador em uma das poucas declarações dadas, soltou essa: "Precisamos que a Justiça nos permita escutar as conversas entre os delinqüentes e seus advogados". Uma temeridade como essa seria terrível, onde estaria o limite numa situação dessas? A garantia do direito de defesa é algo que deve ser inquestionável, sob quaisquer circunstâncias, ao menos eu penso assim. De outra forma, estaríamos todos à mercê do Estado, calculem os abusos que isso geraria.
É preciso fazer algo, realmente... mas é preciso serenidade para evitar nos levar pela mídia, tomarmos decisões e criarmos juízo de maneira impetuosa, no calor dos fatos... passada a histeria coletiva das últimas horas, antes de tudo é preciso manter a cabeça no lugar... e lembrar que existem outros problemas, que geram a violência, como a desigualdade social, educação... urge que nesse país se crie uma cultura de que resolvendo esses problemas hoje, lidamos com o cerne do problema maior para as gerações que virão... para que elas não passem pelo que passamos hoje...

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14.5.06

O problema do gás boliviano

Então... tremendo barulho a imprensa brasileira tem feito a respeito da postura do governo boliviano em relação ao gás, e à Petrobrás em especial. Para pessoas que não procuram se informar melhor, vêem só o que a grande mídia quer vender, parecia um tremendo golpe na economia brasileira, um verdadeiro tapa na cara da nossa diplomacia, etc. Mas, vendo com mais calma a situação toda, pode-se ver que a dependência não é tão grande e catastrófica assim, e que, se parássemos um pouco de ser tão nacionalistas, ou ainda, nos colocássemos no lugar dos bolivianos com esse mesmo nacionalismo que se exacerba em ano de copa do mundo, provavelmente acharíamos justo a reivindicação de revisão de contratos com multinacionais, e teríamos provavlemente a imprensa nacional a favor, reivindicando pretensos direitos perdidos em contratos firmados por governos anteriores. Mas, como estamos do outro lado, o ponto de vista é outro, e, afinal, se a notícia nào for bombástica, nào se vende jornal... e a imprensa continua tentando dar vazão a isso, sem nem sequer questionar se essas ações por parte do governo boliviano não podem estar sendo usadas para fins eleitorais na Bolívia (eleições estão próximas), e afinal, essa nacionalização fazia parte das promessas de campanha de Evo Morales. A questão de que a própria Bolívia dependeria mais das exportações brasileiras do que nós do gás deles também foi tratada muito superficialmente. Até a imprensa internacional começou a publicar colocações pouco louváveis à maneira como a diplomacia brasileira tratava o caso. Talvez pela estranheza... parece-me muito a situação de um garoto que não quer brigar na escola, embora tenha motivos para isso, e todos à sua volta o ficam instigando a brigar. Resta-nos esperar para ver até onde o presidente boliviano vai levar essa crise toda. Mas uma coisa que me chamou a atenção e que retrata bem a posição da mídia nessa estória toda foi a seguinte matéria: Amorim não descarta retirar embaixador de La Paz. Lendo a matéria, entende-se que na verdade, essa hipótese nem foi tratada pelo ministro em questão. Ele simplesmente não respondeu à pergunta, dando uma evasiva a respeito, dizendo que não era algo para ser pensado no momento, era preciso verificar diálogos possíveis, etc. Mas, como foi colocada a manchete, podia dar a entender que tal opção estivesse sendo levada em consideração seriamente... mas, se fosse colocada de maneira diferente, não vendia jornal, certo?

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5.5.06

Lamentável...

Realmente, nenhuma outra palavra descreveria melhor o que eu acabo de assitir pela televisão. No chamado país do futebol, onde os jogos têm tudo para ser um belo espetáculo, uma bela demonstração de pura e simples falta de noção, para falar em bom português... Torcedores do Corinthians, revoltados com o próprio time, que perdia do argentino River Plate no Pacaembu, tentaram invadir o campo, derrubar as grades e - o mais absurdo, a meu ver - enfrentar a polícia. Numa cena que lembra grandes catástrofes, como multidões fugindo ou lutando por sobrevivência ou comida, pessoas completamente desprovidas de razão agrediam gratuitamente os policiais que tentavam evitar a invasão de campo.
É verdade que existe muita paixão, emoção e quase nenhuma razão no ato de torcer por um determinado time... mas falta de razão desse tamanho, já é um pouco demais... simplesmente não consigo entender o que leva as pessoas a atitudes como essas... simplesmente lamentável...

1.5.06

Lendas da Internet: hoax

Com freqüência recebemos nos e-mails, scraps no orkut, mensagens apocalípticas de todo tipo para serem repassadas, que mandam tomar alguma atitude e, caso você não siga as instruções, algo terrível irá acontecer. Para pessoas da área de computação, como eu, esse tipo de coisa é engraçado e irritante. Existem mensagens desse tipo que sobrevivem há anos, mudando sempre um ou outro detalhe, às vezes com erros grotescos de português ou inglês, mas sempre acabam encontrando na boa vontade dos incautos internautas uma vasta rede de proliferação de abobrinhas. Uma das mais famosas é a do "vírus do ursinho", que dizia que um determinado arquivo do próprio Windows - jdbgmcr.exe, cujo ícone era um ursinho - era um vírus que devia ser apagado do computador se encontrado. Todo mundo encontrava, uma vez que o próprio Windows usa esse arquivo, que não é um vírus. Primeiro diziam que se instalava por e-mail, depois via IQC, MSN, e agora pelo orkut...
A internet - que comecei a usar em 1995 -, ao longo do tempo tornou-se uma imensa fonte de informação, e obviamente (ao menos para mim) sabemos que não podemos confiar em qualquer coisa que nos digam, certo? Muitas vezes as pessoas não pensam assim, e, mesmo que fiquem na dúvida, acabam repassando por achar melhor "pecar pelo excesso de zelo", ou raciocínio parecido.
Sempre que posso, tenho tempo, paciência e acho que o remetente não irá se ofender, eu mando uma mensagem explicando que esse tipo de coisa, chamada de hoax na Internet é somente uma brincadeira, que é criada por alguns "espíritos de porco" que devem se divertir quando vêem o quanto longe chegou sua brincadeira. E, para descobrir a veracidade ou não da estória, uma simples pesquisa no google resolve. Procurando por hoax e mais alguma palavra usada no e-mail, como por exemplo, "ursinho", "dolly" (se lembram do e-mail sobre o guaraná que dava câncer?), "orkut pago", etc... é espantoso como se obtém informação rápida a respeito.
Espero que a comunidade de usuários de internet consiga acabar com essa praga ao longo dos anos... Para isso, só temos a própria rede como arma para disseminar a informação. Mas, acabei tocando nesse assunto hoje porque recebi uma lista de "lendas" muito legal, e muito bem-humorada que vou reproduzir aqui:

SE LIGA....
1..O ORKUT NUNCA vai ser pago, mas se vc quiser comprar o meu, eu vendo;Aliás ele tb não vai se chamar orcut(ninguém merece)
2..Nem eu nem NINGUÉM vai receber o ORKUT 2007 pelo E-mail. Pelo menos não encaminhando 500 mil mensagen pra todos da sua lista;
3..Nenhuma criança com câncer, aids ou sei lá o que, vai ganhar 10 centavos a cada mensagem encaminhada
4..Meu CPU ñ vai explodir e minha mãe não vai morrer seca se eu não encaminhar essas msgs;
5..O meu ORKUT NUNCA vai precisar ser recadastrado;
6..Nenhum Backstreet Boy vai morrer a cada 5 MIL "mensagens encaminhadas";
7..Eu Ñ VOU ACHAR BONITINHO se um coqueiro aparecer ao lado de cada um dos meus contatos, ou se cada um deles ficar com uma cor diferente;
8..Nada, eu disse, absolutamente NADA, aparece no na tela do seu computador se vc apertar F5, F8, Fqualquer coisa, depois de encaminhar essas mensagens bestas. Só apertando Ctrl+Alt+ Del.. aí aparece. E vc não precisa mandar nada pra ninguém.
9..Chega de pensar em ganhar dinheiro fácil e vá trabalhar! Essa história de ir ao banco, depositar 1 real e ganhar 1 real todo dia de alguém... pode até acontecer, mas vc vai ter que esperar um bobo mandar $$ pra vc, pois tenha certeza que tem que mandou não depositou nada pra ninguém.
10..A GRANDE MAIORIA das coisas que vcs pensam que pode acontecer com quem ñ encaminhar suas mensagens, Ñ IRÁ ACONTECER!
11..O vírus do ursinho, não é um vírus e sim um arquivo do próprio windows.

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